
Sobre
publicação Revista Arte & Estilo, Rio de Janeiro dezembro de 2025.
exposição Abrupta II, Minas Gerais dezembro de 2025.
matéria AVA Galleria Rio: Subjetivismo e provocação dezembro de 2025.
exposição Jockey Club de São Paulo: O registro do olhar janeiro de 2026.
exposição Jockey Club de São Paulo: Processo criativo fevereiro de 2026.
concurso Museu do Futebol: Vestir a camisa abril de 2026.
publicação Revista Arte & Capital: The record of the gaze abril de 2026.
exposição O Registro do Olhar, Finlândia junho de 2026.
matéria AVA Galleria Rio: Experiência sensorial junho de 2026.
concurso Brasília Photo Show junho de 2026.
bio Pedro França 2026.

Pedro França nasceu em Sete Lagoas, Minas Gerais, Brasil, em 2000. O interesse pela arte foi moldado ainda jovem e consolidou-se aos dezoito anos: “Comecei a entender que realmente existia algo vivo na fotografia quando, em uma sessão de retrato, por um momento, acabei deixando de lado tudo o que estava acontecendo ao meu redor e comecei a viver dentro do encontro”. De fato, foi nesse momento que se percebeu como artista. Durante todo o tempo, fotografia comercial, trabalhos alternativos e viagens do norte ao sul do Brasil conviveram em sua trajetória. De passagem pelo sertão mineiro em 2020, iniciou uma série fotográfica nas margens do Velho Chico, enquanto, ao mesmo tempo, desenvolvia seu trabalho documental nas ruas da cidade durante a pandemia de COVID-19.
Após estudos em História da Arte e Antropologia, e residências entre 2024 e 2025 em Lisboa e Paris, o artista brasileiro publicou duas de suas obras, nas quais se sente plenamente integrado à sua linguagem, na edição nº 15 (2025) da revista Arte & Estilo. Ao retornar da Europa, continuou a fotografar as ruas, ao mesmo tempo em que se dedicava à criação de projetos diretamente ligados à natureza de sua cidade natal. Em matéria publicada pelo portal Cultura & Negócios, em 4 de dezembro de 2025, definiu: “Minha linguagem busca provocar culturalmente quem vê minhas obras; não quero fazer apenas fotos bonitas.”
Pedro se move livremente pelas disciplinas da fotografia. Suas exposições mais proeminentes tiveram lugar no Jockey Club de São Paulo, na AVA Galleria Varkaus, na Finlândia, e no Museu do Futebol, em São Paulo, que possui uma obra sua em acervo permanente, além de integrar coleções privadas. Entre seus principais trabalhos estão Movimento dos Barcos (2020), Tempo Só (2020–2021), Lá Se Vai Mais Um Dia (2021), Além do Oceano (2024) e Anti-Comunhão (2026). Algumas de suas obras mais emblemáticas são aquelas em que conjuga pessoas e as contradições das ruas, como Descarte (2025) e Assembleia da República (2025), além de suas fotografias de natureza, marcadas por um interesse metafísico, como Chamado (2025) e Geometria (2025).
Segundo a AVA Galleria Rio, “Pedro França segue por um caminho diferente. Em sua produção artística, a fotografia deixa de ser apenas um documento visual para se tornar um convite à reflexão, à subjetividade e à construção de sentidos pelo espectador. Em suas obras, física e metafísica se entrelaçam de maneira intuitiva, revelando um processo criativo guiado mais pela sensibilidade do que por roteiros previamente estabelecidos.”
publicação Revista Arte & Estilo, Rio de Janeiro dezembro de 2025.


exposição Abrupta II, Minas Gerais dezembro de 2025.


matéria AVA Galleria Rio: Subjetivismo e provocação dezembro de 2025.

Pedro França: Fotografia como
subjetivismo e provocação

O artista mineiro Pedro França destaca-se na fotografia contemporânea por uma abordagem que vai além da beleza estética. Aos 18 anos, ele descobriu a fotografia como arte e diálogo com o mundo. Sua filosofia é clara: “Minha linguagem busca provocar culturalmente quem vê minhas obras, não quero fazer apenas fotos bonitas.
obras, não quero fazer apenas fotos bonitas.” Essa busca por sentido profundo permeia sua produção, abordando temas como natureza, pessoas e movimento.
Trajetória e estilo
Sua formação inclui estudos em História da Arte e um repertório construído em viagens de norte a sul do Brasil, além de vivências internacionais, como residências em Lisboa e Paris, e exposições confirmadas na Finlândia e Japão. Sua jornada solidificou um savoir-faire guiado pelo

pelo sentimento e pela rejeição a fórmulas, sempre em busca de uma expressão autêntica e madura.
A estética do artista

A essência de sua fotografia está na observação calma e sensível, capaz de criar narrativas visuais que se desdobram diante do espectador. Pedro não reduz suas buscas artísticas a pautas; seu subjetivismo mantém a imaginação viva, livre e autoral, explorando um olhar que combina profundidade e sinceridade.
A estética do artista
A paixão pelo movimento, pela música e pela construção de atmosferas conduziu Pedro França a expandir sua arte para o vídeo. Atualmente, dirige um documentário em produção e assinou a direção dos curtas-metragens Além do Oceano e Joias Maravilhosas. Nesses projetos audiovisuais, sua liberdade criativa se manifesta em uma “Nouvelle Vague pessoal”, trazendo identidade ao seu cinema.

exposição Jockey Club de São Paulo janeiro e fevereiro de 2026.


Pedro França participou da 3°edição do projeto fotográfico "O Registro do olhar", e da exposição "Processo Criativo", no salão de artes do Jockey Club de São Paulo.
As obras apresentadas são:
Chamado, 2025
Tiragem: 20 exemplares
Dimensões: 50 × 36 cm
Impressão pigmentada sobre papel fine art.
O Pescador e a Gaivota, 2021
Tiragem: 20 exemplares
Dimensões: 50 × 36 cm
Impressão pigmentada sobre papel fine art.
concurso Museu do Futebol: Vestir a camisa abril de 2026.


Em 2022, ano de Copa do Mundo, acompanhei a equipe em uma viagem a convite do meu amigo Carlos Black, treinador da Equipe Trilhar, para fotografar o amistoso no Campo do Cedro, em Caetanópolis, Minas Gerais.
O evento é uma iniciativa da ONG Instituto Trilhar, que oferece novas oportunidades a crianças e adolescentes da comunidade do Santa Rosa, bairro periférico de Sete Lagoas, com o qual tive muito contato ao longo da minha infância.
Faço questão de destacar o papel de iniciativas que atuam em causas sociais, pois acredito profundamente no poder do esporte, especialmente quando se trata de crianças.
Esse reconhecimento me alegra principalmente pelo fato de ver aquilo que considero valioso ganhando destaque em um espaço de relevância. Espero que essas crianças possam olhar para o futebol e se reconhecer na cultura e na história do nosso país.
A obra Amistoso de domingo passa a fazer parte do acervo do Museu do Futebol, situado no Estádio Pacaembú, em São Paulo.
publicação Revista Arte & Capital: The record of the gaze maio de 2026.




O Registro do Olhar
Sabemos que uma fotografia congela um instante, um momento determinado que é registrado pelo olhar e capturado com a ajuda de uma câmera. Além de exprimirtodas as gamas de sentimentos, a fotografia também registra momentos, por vezes, incomparáveis.
O que mais impressiona, na verdade, é o registro de um determinado momento que transforma a fotografia em uma verdadeira obra de arte, um registro único e, por que não dizer, impactante.
Uma experiência que podemos chamar de imersiva, levando o visitante a uma viagem dentro do seu próprio imaginário ao admirar esse registro, que denota uma forma tão explosiva e incomparável.
Mais do que uma simples exibição, a exposição pretende estimular o diálogo entre diversas expressões fotográficas e seus momentos tão sublimes.
Edson Cardoso
Curador
exposição O Registro do Olhar, Finlândia junho de 2026.

Obras:
O encantador de pássaros
Porto, Portugal, 2025
Série: Anti-comunhão
Inverno
Lisboa, Portugal, 2025
Série: Anti-comunhão


matéria AVA Galleria Rio: Experiência sensorial junho de 2026.





Através do coletivo Cordel Fotográfico, participo da exposição Patrimônio Vivo - Artistas Yungay, realizada no Centro Cultural La Moneda, em Santiago, Chile, nos dias 10, 11 e 12 de julho de 2026. A mostra acontece junto a 36ª Bienal de São Paulo.


exposição Enoco Art Center, Japão setembro de 2026.
BELA Bienal - Papel & Fotografia
29.9 – 4.10.2026
Enokojima Art Culture and Creative Center (Enoco),
OSAKA. JAPAN
